Somos de Goiânia e cobramos com o cuidado de quem mora ao lado.
A MORA nasceu de uma cena que se vive dos dois lados do balcão: quem precisa receber para pagar a folha, e quem esqueceu a conta num mês difícil.
Sem formulário. Quem responde é quem mexe no produto.
Cobrança não precisa ser desconfortável. Pagamento não precisa ser um risco.
Uma palavra que o português escreve igual para duas coisas opostas
O nome já carregava o problema inteiro dentro dele, e não precisou de explicação criativa para caber.
Morar é estar presente: ter endereço, ter porta e atender quem bate. É a metade que lembra antes de vencer e que sabe a hora de parar — lembrete três dias antes é vizinhança, ligação às dez da noite é invasão.
Mora é o atraso no cumprimento de uma obrigação: palavra de cartório, precisa e fria. É a metade que sabe que dívida tem valor, tem data e tem nome — e que fingir o contrário parece gentileza no primeiro mês e azeda a conversa no terceiro.
Ficamos exatamente no meio, e de propósito
Cobrar sem humilhar e receber sem sustos são a mesma habilidade, e ela já tinha nome em português antes da gente chegar.
É essa a distância que o nome descreve
A mensagem que a régua envia diz quem está falando, quanto é, quando vence e o que fazer. Não ameaça, não chama ninguém de inadimplente e não usa vermelho para assustar. Quando a firmeza precisa aparecer, ela aparece com data e valor: firmeza não é grosseria, e as duas costumam ser confundidas justamente por quem cobra mal.
Se o nome já diz que atraso faz parte do jogo, a interface não trata atraso como acidente: vermelho marca o que age ou o que quebrou — nunca o que só está atrasado.
Vencidavencida há 12 diasDuas arcadas sobre três pilares: o m de mora como entrada de casa. Arco é passagem, não escudo — e escudo pressupõe agressor, o que numa cobrança joga contra quem cobra.
moraQuatro decisões que a gente não reabre
Quem deve normalmente quer pagar. Todo atrito que sai do caminho — cadastro, senha, aplicativo, letra miúda — vira dinheiro na conta de quem cobra.
Na maioria das ferramentas, quem paga no meio da sequência entra na conta como abandono. Aqui a régua para no minuto do pagamento, e chegar ao último passo é o pior desfecho.
O roteamento acontece no próprio pagamento: a sua parte vai para a sua conta de recebimento, e na nossa fica só a nossa parte. Enquanto a abertura dessa conta não termina, o que entra fica retido, não perdido — é liberado assim que ela é aprovada.
7% do que você recebe, com as taxas de PIX e cartão à vista dentro. É o padrão publicado, não uma lei: parte dele é custo de operação, e estrutura diferente a gente conversa. Se hoje você já paga perto de 5% de taxa de cartão, o delta é de 2 a 3 pontos — e é ele que compra a cobrança inteira. A taxa sai do repasse: ela nunca é somada a quem paga. A conta está aqui.
O que a gente ainda não pode provar
Somos novos. Não vamos estampar “+3 milhões de empresas confiam” nem inventar um percentual de recuperação sem coorte por trás. Prova social falsa é pior que prova nenhuma — então aqui está a lista dos dois lados.
- Mensagens por WhatsApp Business API oficial, em conta comercial no CNPJ da sua empresa — não por robô em número pessoal.
- Liquidação em conta aberta no seu CNPJ, em instituição de pagamento autorizada pelo Banco Central.
- Dado de cartão nunca é armazenado por nós: vai do navegador de quem paga direto para a MORA e é descartado na resposta.
- Preço publicado por extenso: 7% do valor recebido em PIX e cartão à vista — o padrão, sem mensalidade e sem matriz por bandeira. É tudo o que a MORA cobra, e a única conta que fica de fora, a do WhatsApp, está nomeada na mesma página: a conta inteira está aqui.
- Razão social, CNPJ e endereço nesta página, e não numa nota de rodapé — dá para conferir os três antes de falar com a gente.
- Não temos número de escala para mostrar. Quando tiver, entra exato e não arredondado — e com o período a que se refere.
- Não temos carrossel de logotipo de cliente. Logo de empresa que ninguém reconhece sinaliza exatamente o contrário do que pretende.
- Não temos taxa de recuperação publicada. Sem coorte, sem período e sem base de comparação, esse número é literatura.
- Não temos autosserviço: a conta é criada com o nosso time junto, e a gente prefere dizer isso a fingir um botão de “criar conta grátis”.
Uma empresa nova não tem como ganhar de uma de dez anos em prova social. Tem como ganhar em não mentir — e essa é a única vantagem competitiva que não depende de tempo.
Goiânia, e sem vergonha nenhuma disso
A maior parte do dinheiro deste país é cobrada longe da Faria Lima: academia de bairro, clínica de rua residencial, escola de idiomas, condomínio de 40 unidades. É esse cliente que a gente conhece pelo nome, porque é o vizinho.
O time é pequeno, de propósito. Quem responde é quem mexe no produto — e isso aparece na velocidade com que um problema seu vira uma mudança na tela.
- Endereço
- Rua 87, 235 — Setor Sul
Goiânia/GO · 74093-300 - Atendimento
- Segunda a sexta, 8h às 18h
- [email protected]
O nome é uma promessa em duas metades. A gente tenta cumprir as duas.
Se você chegou até aqui, provavelmente cobra alguém todo mês e não gosta de fazer isso. É por aí que a conversa começa — sem formulário de doze campos e sem fila de qualificação.
A gente entende como você cobra hoje e monta a primeira régua junto antes de ligar o automático.
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